Cidades

14/06/2018 13:13 Redação

NORTÃO: Servidores da Saúde de Peixoto ameaçam entrar em greve a qualquer momento

O Prefeito de Peixoto de Azevedo passa pela primeira crise de grande porte com o funcionalismo publico em seu mandato, os servidores públicos do setor da saúde realizaram uma paralisação de 12 horas como forma de aviso ao Executivo Municipal de que a categoria pode cruzar os braços nos próximos dias.


Os servidores da saúde almejam que a Prefeitura Municipal dê andamento em relação ao pleito da Comissão do Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos – PCCV. Segundo a categoria a defasagem desde 2012 está acumulada e o índice elevadíssimo está causando perdas salariais e diminuindo drasticamente o padrão de vida e o poder de compra do funcionalismo, alguns inclusive alegam estarem com seus nomes negativados nos cadastros de restrição de credito.


Ainda de acordo com os grevistas o que se pede não é um reajuste e sim uma recomposição do que não foi dado por direito a eles desde o ano de 2012, se caso não haver uma proposta plausível por parte do Prefeito a única saída é a paralisação.


Na noite desta Quarta Feira, o Executivo Municipal e representantes da categoria estiveram reunidos para discutir a pauta de reivindicações, não foi repassado a nossa equipe o resultado desta reunião, mas para que haja a paralisação alguns procedimentos legais precisam acontecer, como a votação em assembléia após proposta do executivo se a categoria paralisa as ações ou não.
Saúde o calcanhar de Aquiles da Administração Peixotense.


O Prefeito Mauricio é o atual gestor do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Vale do Peixoto, responsável por gerir o Hospital Regional e suprir as necessidades de atendimento a várias especialidades médicas.


O consorcio já teve baixas com a saída do Município de Guarantã do Norte que agora vai se manter independente no atendimento especializado, e outros municípios já manifestaram que estão por um fio de também abandonar o consórcio.


O motivo dos municípios ameaçarem debandar do Consórcio é que o Governo do Estado pouco ajuda na manutenção financeira da unidade, caindo sobre os ombros dos municípios a responsabilidade de manter o hospital, sem falar no Município de Peixoto de Azevedo que não consegue suprir sua demanda por atendimento recaindo sobre o hospital Regional os atendimentos causando uma sobrecarga dos profissionais e travando o sistema de atendimento a outros municípios.

 

Uma UPA – Unidade de Pronto Atendimento, que serviria para atender as urgência e emergências já está concluída sua construção predial só faltando equipamentos e profissionais para começar a atuar, porém, segundo o município não há viabilidade financeira para colocar a unidade em funcionamento.


O Ministério Público chegou a acionar o município para colocar a UPA em funcionamento, mas, com a alegação por tarte do município de inviabilidade orçamentária, o MP agora cobra do Governo Estadual e Federal uma explicação do não funcionamento da unidade que além de melhorar o atendimento à população ajudaria e muito a desafogar o Hospital Regional.


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