Já indiciado pelo crime de omissão de cautela de arma de fogo, o empresário e agropecuarista G.F.M.C.C., dono da pistola Imbel calibre 380 usada para matar a adolescente Isabele Ramos Guimarães, de 14 anos, agora é alvo de um termo circunstanciado instaurado pelo Ministério Público Estadual (MPE) com pedido de fiança de 100 salários mínimos, o que totaliza R$ 104,5 mil. G.F.M.C.C. é pai do adolescente que levou a arma até a casa da namorada de 15 anos no dia 12 de julho, quando a garota usou a pistola para matar a amiga com um tiro no rosto. O documento é assinado pelo promotor de Justiça, Mauro Poderoso de Souza. 

No termo circunstanciado, é apurado o delito de omissão de cautela por parte do empresário uma vez que seu filho pegou a pistola e a transportou de sua residência, no Edifício Royal Presidente, no bairro Quilombo, até o luxuoso Condomínio Alphavile I, no bairro Jardim Itália, onde estão as residências da namorada e da família de Isabele. 

G.F.M.C.C. e o filho de 16 anos são praticantes de tiro esportivo, modalidade que era realizada também por todos os integrantes da família Cestari, incluindo a adolescente que efetuou o disparo que matou Isabele. Ao prestar depoimentos à Delegacia Especializada do Adolescente (DEA), o rapaz informou que quando deixou a arma na mansão da família de sua namorada, não havia munições na câmara da pistola. 

Conforme o representante do Ministério Público, G.F.M.C.C. deixou de observar as cautelas necessárias para impedir que seu filho menor de idade tivesse acesso à arma de fogo dentro de sua residência. Observa ainda que as armas do empresário deveriam estar devidamente trancadas em seu acervo, "ficando evidente a ausência de cuidado com as mesmas".  Dessa forma, o promotor Mauro Poderoso pede à Justiça que determine o pagamento imediato da fiança que deverá ser destinada para uma instituição social. Ainda não decisão no caso. 

 

O valor da fiança é o mesmo que o Ministério Público pediu à Justiça que arbitrasse ao empresário Marcelo Martins Cestari, 46 anos, pai da atiradora e dono da mansão onde Isabele foi morta. No entanto, após diversas idas e vindas o valor de sua fiança ficou estabelecido em R$ 52 mil e foi pago de forma parcelada, pois ele alegava enfrentar problemas financeiros por causa do atual período de pandemia.

Com a conclusão do inquérito conduzido pelo delegado Wagner Bassi, da DEA, Marcelo Cestaria foi indiciado por quatro crimes: posse ilegal de arma de arma de fogo, homicídio culposo, omissão na cautela de arma de fogo e  fraude processual. Sua esposa Gaby Cestari também foi indiciada por omissão de cautela de arma de fogo enquanto a filha do casal, responsável pelo disparo que matou Isabele foi indiciada por ato infracional análogo a homicídio doloso, quando há intenção ou se assume o risco de matar. 

O namorado dela, filho de G.F.M.C.C., foi indiciado por ato infracional análogo ao porte ilegal de arma de fogo, por ter transportado duas armas de sua casa até a residência 

No termo circunstanciado, é apurado o delito de omissão de cautela por parte do empresário uma vez que seu filho pegou a pistola e a transportou de sua residência, no Edifício Royal Presidente, no bairro Quilombo, até o luxuoso Condomínio Alphavile I, no bairro Jardim Itália, onde estão as residências da namorada e da família de Isabele. 

G.F.M.C.C. e o filho de 16 anos são praticantes de tiro esportivo, modalidade que era realizada também por todos os integrantes da família Cestari, incluindo a adolescente que efetuou o disparo que matou Isabele. Ao prestar depoimentos à Delegacia Especializada do Adolescente (DEA), o rapaz informou que quando deixou a arma na mansão da família de sua namorada, não havia munições na câmara da pistola. 

Conforme o representante do Ministério Público, G.F.M.C.C. deixou de observar as cautelas necessárias para impedir que seu filho menor de idade tivesse acesso à arma de fogo dentro de sua residência. Observa ainda que as armas do empresário deveriam estar devidamente trancadas em seu acervo, "ficando evidente a ausência de cuidado com as mesmas".  Dessa forma, o promotor Mauro Poderoso pede à Justiça que determine o pagamento imediato da fiança que deverá ser destinada para uma instituição social. Ainda não decisão no caso. 

O valor da fiança é o mesmo que o Ministério Público pediu à Justiça que arbitrasse ao empresário Marcelo Martins Cestari, 46 anos, pai da atiradora e dono da mansão onde Isabele foi morta. No entanto, após diversas idas e vindas o valor de sua fiança ficou estabelecido em R$ 52 mil e foi pago de forma parcelada, pois ele alegava enfrentar problemas financeiros por causa do atual período de pandemia.

Com a conclusão do inquérito conduzido pelo delegado Wagner Bassi, da DEA, Marcelo Cestaria foi indiciado por quatro crimes: posse ilegal de arma de arma de fogo, homicídio culposo, omissão na cautela de arma de fogo e  fraude processual. Sua esposa Gaby Cestari também foi indiciada por omissão de cautela de arma de fogo enquanto a filha do casal, responsável pelo disparo que matou Isabele foi indiciada por ato infracional análogo a homicídio doloso, quando há intenção ou se assume o risco de matar. 

O namorado dela, filho de Glauco Corrêa, foi indiciado por ato infracional análogo ao porte ilegal de arma de fogo, por ter transportado duas armas de sua casa até a residência da namorada.

Fonte: Folha max